O 53º Prêmio Esso de jornalismo teve como vencedora a repórter Elvira Lobato. A noite de premiação foi na terça-feira, dia 9, e entregou o prêmio a repórter da Folha de São Paulo pela série de reportagens "Universal chega aos 30 anos com império empresarial". A Jornalista sofreu vários processos por causa deste trabalho e disse ter recebido o prêmio como um desagravo.
Mas o que achei mais interessante foi o prêmio de distinção para melhor contribuição à imprensa, que foi dado ao projeto Diário em Braille, do jornal Diário de Pernambuco, que publica alguns exemplares de suas edições em braille e doa a instituições de apoio a deficientes visuais.
Não pela contribuição exclusiva à imprensa, mas pela contribuição na vida destes deficientes visuais. O jornalismo deve ter alguma contribuição social além de enriquecer o donos das empresas jornalísticas. Projetos como este demonstram que, talvez, nem tudo esteja perdido. Veja os outros vencedores aqui na coluna Jornalistas & Cia, do jornalista Eduardo Ribeiro.
Esta página é para quem acredita que um mundo melhor é possível e que o jornalismo deve ser livre, íntegro, revolucionário, questionador e formador de opiniões, ou pelo menos fazer com que a gente pense. Segundo Millôr Fernandes "a função do Jornalista é trabalhar para ser demitido". Eu já estou no 3 a zero. "Livre pensar é só pensar" Millôr Fernandes
quinta-feira, dezembro 11, 2008
Um comentário:
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Oi Léli,
ResponderExcluirvi que és de Pelotas, então o amigo deve ser o Aleks. Acertei?
Pois foi exatamente a força desse povo que me levou a viver, durante quase 2008 todo, em El Salvador. A grandeza d@s salvadoreñ@s é, hoje, uma das minhas maiores paixões.
A história do Monseñor Romero é muito bonita, uma história de amor e dedicação ao seu povo e, por isso mesmo, faz a gente pensar em como o homem pode ser cruel. A injustiça acerca de seu assassinato é uma grande vergonha para o país, que ainda luta pra curar tantas feridas.
Obrigada pelo comentário! E sempre que quiser, a janela tá aberta, pode espiar também =)