O site do Senado lançou no dia 19, quinta-feira, uma enquete sobre o projeto de lei contra a homofobia. Mesmo que alguns hipócritas digam que não há preconceito no Brasil a enquete mostra bem o contrário. Em resposta a pergunta: "Você é a favor da aprovação do projeto de lei (PLC 122/2006) que pune a discriminação contra homossexuais?". O não está vencendo com 51, 87% dos votos. A diferença em relação ao sim, agora não está tão grande, pois esta resposta esta com 48,13%. No entanto, de acordo com email que recebi de uma amiga o não chegou a estar com 62% dos votos.
Como disse anteriormente isto só reafirma que no Brasil existe sim preconceito, não só de cor, classe social, mas contra homossexuais. Independente da tua opção sexual vai lá e vota a favor da aprovação do projeto de lei. Por que podemos até não concordar com a opinião ou as escolhas dos outros, mas temos que respeitá-las e defender o direito que cada um tem de viver sua vida da maneira que acredita ser a melhor.
Segunda-feira, Novembro 23, 2009
Sexta-feira, Novembro 20, 2009
Manter a censura ao Estadão
Não sei nem que nome da a este pedido feito pelo senhor Fernando Sarney. Onde esta a liberdade de imprensa? Como diria Cazuza "Brasil mostra tua cara".
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se concordasse com isso não seria eu.
Quinta-feira, Novembro 19, 2009
Valores trocados
Terça -feira de noitinha uma senhora ligou para minha casa com o intuito de falar sobre a Bíblia. Pediu-me uns minutos e disse: Te direi três perguntas, tu escolhe a que queres que eu responda. Escolhi a que questionava se um dia as guerras e a fome teriam um fim. Antes de começar a me responder ela quis saber o que eu pensava a respeito e eu disse:
Parece contraditório mas quanto mais a humanidade evolui em tecnologias e conhecimento, mais ela se distancia da própria humanidade, torna-se duro, insensível a dor do outro. Pela lógica, e como estamos "evoluindo", deveríamos estar mais evoluídos espiritualmente, deveríamos combater a fome, criar meios para que a ganância e a corrupção acabassem e que as guerras e a fome fossem exterminadas.
Ela me replicou dizendo que a Bíblia garante que tanto a miséria como as guerras acabarão. E que devemos nos manter esperançosos.
Em parte eu concordei com ela, precisamos ter esperança. Mas somos diretamente responsáveis pelas coisas que ocorrem no mundo. Não podemos tirar a responsabilidade das nossas costas, temos que admitir que somos sim culpados, conscientes ou não, por fazer descaradamente algo ruim ou por nos omitirmos quando deveríamos falar. Mas somos parte, temos que mudar para que as coisas mudem. Do contrário será fácil esperar que Deus, ou Geová, ou o Universo, ou Oxalá faça tudo, mesmo que não mereçamos.
Em outros tempos acharia aquele telefonema chato, sem sentido. No entanto, gostei da palavra dela, apesar de não concordar com tudo o que ela disse. O mais importante foi que me fez refletir.
Parece contraditório mas quanto mais a humanidade evolui em tecnologias e conhecimento, mais ela se distancia da própria humanidade, torna-se duro, insensível a dor do outro. Pela lógica, e como estamos "evoluindo", deveríamos estar mais evoluídos espiritualmente, deveríamos combater a fome, criar meios para que a ganância e a corrupção acabassem e que as guerras e a fome fossem exterminadas.
Ela me replicou dizendo que a Bíblia garante que tanto a miséria como as guerras acabarão. E que devemos nos manter esperançosos.
Em parte eu concordei com ela, precisamos ter esperança. Mas somos diretamente responsáveis pelas coisas que ocorrem no mundo. Não podemos tirar a responsabilidade das nossas costas, temos que admitir que somos sim culpados, conscientes ou não, por fazer descaradamente algo ruim ou por nos omitirmos quando deveríamos falar. Mas somos parte, temos que mudar para que as coisas mudem. Do contrário será fácil esperar que Deus, ou Geová, ou o Universo, ou Oxalá faça tudo, mesmo que não mereçamos.
Em outros tempos acharia aquele telefonema chato, sem sentido. No entanto, gostei da palavra dela, apesar de não concordar com tudo o que ela disse. O mais importante foi que me fez refletir.
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ter fé é importante e agir também
Arquivos encontrados
Uma descoberta interessante e importante para o país. Como uma pessoa interessada na história do Brasil não entendo como as pessoas podem colocar documentos e fotografias no lixo ou queimá-las. Estes papéis, este "lixo" conta importantes fatos da história de uma família e da própria comunidade. Leia.
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se concordasse com isso não seria eu.
Quinta-feira, Novembro 12, 2009
Nem Nelson Rodrigues causou tanta polêmica com vestido de noiva
Eu fico pensando o quanto um vestido rende assunto. O pior é que nem o Nelson Rodrigues com a peça "Vestido de Noiva" acho que causou tanta polêmica e discussão. É claro que a peça rende muito assunto e é de outro nível. Já o vestido da universitária Geisy Arruda...
Não queria falar sobre o assunto, porque muita gente tá falando, mas... Uma coisa que digo sem vergonha alguma, não acho o vestido que ela usava apropriado para a faculdade. Infelizmente existe sim roupa adequada para o trabalho, roupa para ir ao colégio e roupa para a balada. A desculpa dela é covincente "ia para uma festa depois da aula", no entanto, ela poderia ter usado uma outra saia sobre o vestido e tirar na hora da festa. Evitaria muita dor de cabeça.
Outra coisa que acho absurda é a reação dos colegas de universidade. Aquilo foi absurdo, para dizer o mínimo. E não se pode dizer que é coisa de homem, porque ela foi para a faculdade de ônibus, deve ter ouvido alguma piadinha, mas nada que possa ser comparado com aquilo tudo. E o que coroa o fato, a expulsão da universidade. Machismo puro! A faculdade voltou atrás, mas não anula o ato machista que aconteceu. A expulsão de Geisy é como aquela pergunta cretina que se faz quando uma mulher é estuprada: "com que roupa tu estavas?". Não importa a roupa, o que faltou foi respeito.
As mulheres deveriam ter se revoltado. Eu não acho adequado aquele o vestido para uma aula ou trabalho, mas acho ainda pior, constrangedor e absurda a atitude dos guris que promoveram o tumulto. Caso a universidade tivesse mantido a expulsão seria como punir uma vítima de estupro por ter sido estuprada. Apesar de todas as conquistas das mulheres o machismo ainda está latente no nosso país.
Não queria falar sobre o assunto, porque muita gente tá falando, mas... Uma coisa que digo sem vergonha alguma, não acho o vestido que ela usava apropriado para a faculdade. Infelizmente existe sim roupa adequada para o trabalho, roupa para ir ao colégio e roupa para a balada. A desculpa dela é covincente "ia para uma festa depois da aula", no entanto, ela poderia ter usado uma outra saia sobre o vestido e tirar na hora da festa. Evitaria muita dor de cabeça.
Outra coisa que acho absurda é a reação dos colegas de universidade. Aquilo foi absurdo, para dizer o mínimo. E não se pode dizer que é coisa de homem, porque ela foi para a faculdade de ônibus, deve ter ouvido alguma piadinha, mas nada que possa ser comparado com aquilo tudo. E o que coroa o fato, a expulsão da universidade. Machismo puro! A faculdade voltou atrás, mas não anula o ato machista que aconteceu. A expulsão de Geisy é como aquela pergunta cretina que se faz quando uma mulher é estuprada: "com que roupa tu estavas?". Não importa a roupa, o que faltou foi respeito.
As mulheres deveriam ter se revoltado. Eu não acho adequado aquele o vestido para uma aula ou trabalho, mas acho ainda pior, constrangedor e absurda a atitude dos guris que promoveram o tumulto. Caso a universidade tivesse mantido a expulsão seria como punir uma vítima de estupro por ter sido estuprada. Apesar de todas as conquistas das mulheres o machismo ainda está latente no nosso país.
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Quarta-feira, Novembro 11, 2009
Comemorar para não esquecer
A comemoração dos 20 anos da queda do Muro de Berlim contou com muitas atividades. Gostei muito dos dominós, mas principalmente da ideia de comemorar para não esquecer quão difícil era aquela separação. O que mais me marcou, ao ouvir minha professora de alemão contar da sua experiência na Alemanha, foi seu relato sobre o fato de não nascer grama no local onde os soldados faziam a ronda do muro.
Tem marcas que demoram muito a cicatrizar.
Tem marcas que demoram muito a cicatrizar.
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Se discordasse disso não seria eu.
Queria entender
Acho que o ataque promovido pelo psiquiatra do exército americano Nidal Mali Hasan demonstra que a guerra no Oriente Médio extrapolou as fronteiras. Imagine como não fica a cabeça de alguém que trabalho com estresse pós-traumático com soldados que voltam do Iraque. Agora pensem se o psiquiatra teve uma reação assim, como será que não ficam os jovens soldados que estão indo arriscar suas vidas numa guerra que todos querem que acabe?
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Segunda-feira, Novembro 09, 2009
"A vida vai melhorar"

Nunca fui fã do Luciano Huck, na verdade até desgostava dele por conta dos programas anteriores sempre usando mulheres bonitas e com pouca roupa para alavancar a audiência do programa. Realmente não gostava daquilo. Mas com o passar do tempo ele começou a realizar quadros interessantes, que mostram a vida de pessoas comuns, que lutam para melhorar suas vidas. Foi assim que me encantei com a história de seu Bené. E enquanto via ele cantando na tevê emocionado ao lado de Martinho da Vila, ídolo de seu pai eu pensei: "precisamos continuar acreditando sempre! A vida vai melhorar!"
Foto do site do caldeirão do Huck
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Quinta-feira, Novembro 05, 2009
Fora do ar por motivo de força maior
O temporal que caiu ontem, anteontem e hoje acabaram me impossibilitando de escrever. No primeiro dia não havia luz, e em muitos lugares não havia água também, além daquela que encia as ruas, é claro. Ontem tinha tanta água nas ruas que não deu pra sair de casa porque "eu só ando a pé, mas eu continuo a andar". E como não tenho nem carro... e nem barco ficou difícil transitar pelas ruas alagadas de Pelotas. Hoje a água tá um pouco mais baixa, as nuvens continuam carregadas, no entanto eu acho que as coisas vão voltar ao normal.
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