Eu sempre digo que toda a religião é boa se ela eleva o homem e o leva a fazer o bem. O Brasil é um país que possui uma grande diversidade religiosa. As pessoas costumam freqüentar mais de um tipo de culto. É comum que se vá as missas católicas e a cultos afros, principlamente na Bahia, por exemplo. E estas misturas não representam problemas, pelo contrário demonstra o quanto as diversas formas de religiosidade podem ser incorporados pelos brasileiros. A história é rica em guerras travadas em nome da religião, cada qual "querendo" ser a verdadeira e a única voz de Deus.
Eu não sou católica, não freqüento missas, mas sou cristã. Acredito nos ensinamentos que Jesus Cristo trouxe ao mundo. Respeito os Santos da igreja e os dogmas, embora não concorde com eles. Assim como respeito a fé dos evangélicos com suas orações exaltadas e suas canções golpel. Admiro muito os cultos africanos, seus pontos e suas tradições. Mas n~eo é possívle respeitar homens, que investidos de um poder que não lhes foi dada, pastores da igreja universal queimem imagens sacras - ou chute - como ocorreu a tempos atrás. É inadmissível que eles se achem os donos da verdade, os sumos sacerdotes de Deus na terra.
Enquanto algumas religiões seguem o novo testamento e outros o velho, há quem siga o Al Corão e o evangelho segundo o espiritismo. Para cada seguidor aquelas são as palavras do seu Deus. Não adorar imagens é mandamento de uma biblia "dar a outra face" e "olho por olho dente por dente" de outra. Cabe aos fiéis interpretar as palavras e aplicá-las a sua vida.
Quando criticamos o outro partimos do que conhecemos e no geral o que desconhecemos tratamos como algo ruim. Agora pergunto que mal há em fazer uma prece em frente a uma imagem? É uma representação, assim como a rosa ou a fita utilizada na igreja universal, é como levar a carteira de trabalho para o pastor abençoar ou rezar em voz alta com as mãos acima da cabeça. São rituais distintos para uma comunicação com Deus, e ninguém pode dizer qual delas é a certa, porque todas elas o são.
Porque queimar uma imagem? Aquelas duas imagens destruídas em São Borja tem valor histórico e artístico e foram queimadas pela arrogância de um homem que se valeu do desespero de uma mulher para salvar a vida do seu marido, prometendo a ela algo que não teinha como cumprir.
Antes de mais nada os padres e pastores devem ter pelos fiéis o mesmo respeito que os crentes devotam a eles. E esta intolerância pelas diferenças se propaga para outros movimentos, para outras esferas sociais.
Esta página é para quem acredita que um mundo melhor é possível e que o jornalismo deve ser livre, íntegro, revolucionário, questionador e formador de opiniões, ou pelo menos fazer com que a gente pense. Segundo Millôr Fernandes "a função do Jornalista é trabalhar para ser demitido". Eu já estou no 3 a zero. "Livre pensar é só pensar" Millôr Fernandes
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terça-feira, outubro 23, 2007
segunda-feira, maio 14, 2007
Religião, futebol e política não se discute
Aprendi que futebol, política e religião são coisas que não se discute, pois vai se um tempo enorme e as pessoas acabam ficando de mal. Mas há uma coisa que podemos e devemos discutir, especialmente na questão religiosidade. São as igrejas, são os votos, são a ganância disfarçada de bem ao próximo. Meu argumento é sempre aquele que meus amigos estão carecas de saber, é fácil fazer voto de pobreza e ficar bem protegidinho entre as paredes de um mosteiro, tendo a comida e a bebida, tendo a cama e só precisar rezar.
Não eu não acho que rezar não é importante ao contrário. Orar é importante, não aquela oração decorada, aos pés do altar da igreja, mas a oração que sai do coração, as palavras que tu sentes em ti, no lugar, seja ele qual for, onde tu sentes a presença de Deus. Eu gosto de orar enquanto caminho, faço minhas preces, meus pedidos e agradeço, me sinto em sintonia com o "altíssimo".
Mas por outro lado não acho que um padre tenha maior poder perante outro homem porque devota sua vida a "orar por nós". Eles cometem tantos erros quanto qualquer um e muitas vezes seus erros são encubertos pela batina. Como são os homens de Deus são perdoados por eles mesmos. Além disso tem as questões políticas em que se metem, mesmo sem ter tanto conhecimento de causa para tal.
Não quero desiludir nem marcar algo contra religião nenhuma, mas o que acho mais grave é usar da fé das pessoas para tirar dinheiro e usá-las como massa de manobra para os interesses da igreja, da instituição feita de gentes, não da parte espiritual. Isso é o que me faz não acreditar, não nas religiões, mas nas instituições denominadas igrejas, que se autodenominam casas de Deus, onde homens comuns, com tantos pecados quanto os meus apontam seu dedo para o nosso pecado, esquecendo dos dele.
Em relação a política, realmente Pablo precisamos de pessoas que queiram e trabalhem para um país melhor. Mas para isso é necessário trabalhadores de verdade, não políticos profissionais corrompidos.
Futebol... olha meu time é da terceira ou da segunda divisão. É vermelho e preto e tem um índio xavanti como mascote, tem uma rixa daquelas com um tal Lobão que vive de azul e amarelo e seu estádio fica numa "zona"... digamos nobre da cidade, mais próximo ao centro, enquanto o Xavanti fica na periferia, na baixada, como dizemos. Ah! Aqui também tem o fantasma do fragata, uma coisa muito meiga que carrega as cores do rio Grande, verde, vermelho e amarelo.
Em Porto Alegre todos já sabem né, a luta é azul contra vermelho. Lá eu gosto dos dois, mas meu carinho especial é pelo grêmio, mas agora que tou entendo bem a história do time, tou pensando se continuo torcendo primeiro pra ele ou se mudo. Enfim... o importante é que as torcidas não se matem como acontece ultimamente.
Bem, talvez tenha sido um post muito ambigüo, mas o tempo era curto, na próxima eu falo mais sobre algumas coisas que independem da religião, do futebol, mas que estão envolvidos com a política.
Não eu não acho que rezar não é importante ao contrário. Orar é importante, não aquela oração decorada, aos pés do altar da igreja, mas a oração que sai do coração, as palavras que tu sentes em ti, no lugar, seja ele qual for, onde tu sentes a presença de Deus. Eu gosto de orar enquanto caminho, faço minhas preces, meus pedidos e agradeço, me sinto em sintonia com o "altíssimo".
Mas por outro lado não acho que um padre tenha maior poder perante outro homem porque devota sua vida a "orar por nós". Eles cometem tantos erros quanto qualquer um e muitas vezes seus erros são encubertos pela batina. Como são os homens de Deus são perdoados por eles mesmos. Além disso tem as questões políticas em que se metem, mesmo sem ter tanto conhecimento de causa para tal.
Não quero desiludir nem marcar algo contra religião nenhuma, mas o que acho mais grave é usar da fé das pessoas para tirar dinheiro e usá-las como massa de manobra para os interesses da igreja, da instituição feita de gentes, não da parte espiritual. Isso é o que me faz não acreditar, não nas religiões, mas nas instituições denominadas igrejas, que se autodenominam casas de Deus, onde homens comuns, com tantos pecados quanto os meus apontam seu dedo para o nosso pecado, esquecendo dos dele.
Em relação a política, realmente Pablo precisamos de pessoas que queiram e trabalhem para um país melhor. Mas para isso é necessário trabalhadores de verdade, não políticos profissionais corrompidos.
Futebol... olha meu time é da terceira ou da segunda divisão. É vermelho e preto e tem um índio xavanti como mascote, tem uma rixa daquelas com um tal Lobão que vive de azul e amarelo e seu estádio fica numa "zona"... digamos nobre da cidade, mais próximo ao centro, enquanto o Xavanti fica na periferia, na baixada, como dizemos. Ah! Aqui também tem o fantasma do fragata, uma coisa muito meiga que carrega as cores do rio Grande, verde, vermelho e amarelo.
Em Porto Alegre todos já sabem né, a luta é azul contra vermelho. Lá eu gosto dos dois, mas meu carinho especial é pelo grêmio, mas agora que tou entendo bem a história do time, tou pensando se continuo torcendo primeiro pra ele ou se mudo. Enfim... o importante é que as torcidas não se matem como acontece ultimamente.
Bem, talvez tenha sido um post muito ambigüo, mas o tempo era curto, na próxima eu falo mais sobre algumas coisas que independem da religião, do futebol, mas que estão envolvidos com a política.
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