quarta-feira, julho 21, 2010

Caso Aline II

Anônima (o),
acho que situações como esta realmente não podem ficar impunes. Não conhecia Aline e também não conheço o Darloni. O que cobro é a seriedade e o comprometimento da investigação, que seja séria e chegue a verdade.
Não compreendo muito bem o que leva uma mulher jovem, com uma boa vida a aceitar a humilhação e a violência doméstica. Sei que a vergonha e o sentimento de amor por aquele agressor podem ser explicados. Mas ainda assim me falta compreensão.
Desconheço a vida de ambos, vítima e suspeito. Desejo de coração que a verdade venha a tona. São muitas perguntas a serem respondidas.
Entendo que não queiras te expôr, mas creio que compreendes minha situação, pois quando publico teu comentário assumo a responsabilidade pelo que escreves. Por isto não posso deixar de questionar, há quanto tempo ela era vítima de violência doméstica e porque as pessoas que a conheciam não conseguiram fazer nada para impedir que ela chegasse neste triste fim?
Sei que não podemos tomar decisões pelos outros, mas, se é que posso te dar aconselho, vai até os investigadores e diz o que sabes. Talvez o desfecho deste crime chocante esteja nas tuas mãos minha (meu) amiga (o). Havendo provas e tendo um testemunho verdadeiro não haverá impunidade.

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